O dia me pede um verso,
noite de sexta-feira,
eis que me têm.
Capital das minas gerais,
Da varanda em seu chão,
activo em desdém.
As fumaças que sopro
Querem tampar minha visão,
numa menagem.
As folhas nas arvores.
Vós, ó malévolas...
também.
O algodoeiro sob a atmosfera.
Beldade física e de sentido malquerente...
idem.
Mas tu, ó gotas de um líquido tão tinto,
Perscrutando minha corrente metafísica...
vão além.
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