Home Data de criação : 07/05/06 Última atualização : 09/12/19 01:35 / 180 Artigos publicados
 

Poema - Minhas Felicidade - Fabiano Mafia Baião  (MInhas Poesias) escrito em sábado 19 dezembro 2009 01:35

Minhas felicidades

 

 

Desejo intervalos de tristeza dentro do peito,

Pois, desde que assim tenho feito,

Descobrindo um punhado de defeito,

Comecei meu caminhar de perscrutar perfeito.

 

E é nesse andar estreito,

Jogando alegria no meu peito,

Nesse paradoxo imperfeito,

Descortino a felicidade que espreito.

 

E agora vou seguindo,

Minha vida sem pragmatismo,

Nessa ação de entremear.

 

Pois não quero viver me iludindo,

Na percepção do falso realismo,

Que só felicidade tem que reputar.

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Belchior - Na Hora do Almoço  (Vídeos) escrito em quinta 17 dezembro 2009 18:13

No centro da sala,
diante da mesa,
no fundo do prato,
comida e tristeza.
A gente se olha,
se toca e se cala
E se desentende
no instante em que fala.

Cada um guarda mais o seu segredo,
sua mão fechada
sua boca aberta
seu peito deserto,
sua mão parada,
lacrada,
selada,
molhada de medo.

Pai na cabeceira: É hora do almoço.
Minha mãe me chama: É hora do almoço.
Minha irmã mais nova, negra cabeleira...
Minha avó reclama: É hora do almoço.

... E eu inda sou bem moço
pra tanta tristeza.
Deixemos de coisas,
cuidemos da vida,
senão chega a morte
ou coisa parecida,
e nos arrasta moço
sem ter visto a vida
ou coisa parecida aparecida

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Frase do dia  (Frases do dia) escrito em segunda 14 dezembro 2009 22:14

 

A vida não passa de uma brincadeira! Por isso, me deixe brincar. (Fabiano Mafia Baião)

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Por que quero uma formação acadêmica?  (Meus textos) escrito em quinta 10 dezembro 2009 10:34

 

 

Por que quero uma formação acadêmica? Eu não sei por que a quero, pois na verdade ela não “forma” ninguém, só cria cabeças inoperantes a executar tarefas pré-moldadas, e isso, para mim não é nada.

 

Há tempos que desejo deixar esse navio ao mar, mas há coisas que mesmo contra a vontade temos que ultimar. Realmente não consigo compreender o porquê, mas contra a vontade exerço, e de forma calculista, aproveito para usar essa insatisfação para aprender, para crescer.

    

E é dia após dia, acordando em manhãs chuvosas ou não, para meu caminhar de casa a faculdade, em um intervalo poético de viagens metafísicas interligadas com o real, no amparo de meus livros, minhas poesias e meu ensaio da vida, que vou destapando minhas certezas e incertezas.

 

Já em sala de aula, somente observo. Sentado em minha cadeira, mas de “espírito” voando pelas casas, apoiando sob minhas mãos um universo imaginário, calculo o que a mim é considerável, e a parte disto, componho.

 

Uso desse exercício acadêmico, para absorver poucas coisas que me ajudam a forma-me homem. Ah... e como as absorvo! Só tenho que agradecer aos professores que não me ensinaram matérias, que não me ensinaram conhecimentos determinados, mas a pensar entremeando o objetivo e o subjetivo.

 

E assim vou tecendo meu caminhar, sereno, livre, seguindo por estradas tortuosas, sem direção, sem pragmatismo, conhecendo com atenção as coisas, e sem me preocupar com o desconhecido, pois isso tudo é o que preciso, é o que me alimenta. Podem dizer que é pura idiotice, mas, por favor, me respeitam, são minhas idiotices, são minhas necessidades.

 

Não quero viver uma vida por apenas viver, quero sentir, quero gozar meu imaginário chocando-se com a realidade, quero errar cada vez mais, saber das minhas estupidezes, das minhas desumanidades envoltórias em meu ser, para, a partir daí, errar cada vez mais, isso, é que me formará.

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Meu texto, Presságios a e pós Auschwitz, no PLÁSTICO BOLHA  (Artigos) escrito em segunda 07 dezembro 2009 19:37

Meu terceiro texto publica no blog do Jornal Plástico Bolha.

Podem conferir no link: http://jornalplasticobolha.blogspot.com

 Presságios a e pós Auschwitz

Fabiano Mafia Baião

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